Filosofia

Quando viver sozinho não é mais um fardo

Dentro desta nossa proposta aqui de falar sobre filosofia em nosso portal Nota Nacional, queremos abordar um tema que já é bastante recorrente na minha página no instagram: @martelo_nietzsche.

Se você não conhece, me acompanhe lá. Constantemente eu falo sobre esse tema e de sua importância nesse mundo conturbado que nós vivemos. Mas vamos aqui falar sobre esse assunto de maneira muito prática para que a gente possa pensar sobre como podemos desenvolver superar as debilidades que existem em nós nesses momentos em que  todos nós estamos sendo obrigados a lidar com a própria presença!

Em linhas gerais, a diferença entre solidão e solitude se distingue de maneira bem simples: solidão seria a ausência de pessoa no sentido em que você por algum evento de sua vida fez com que pessoas se afastassem de você. Aqui podemos dar alguns exemplos práticos como a perda familiar, ou de um cônjuge, ou você mudou para um lugar afastado e agora está morando sozinho/sozinha, etc… Já a solitude seria a maneira como você lida com esse momento.

Isto é, você transforma esse momento em oportunidade para crescimento, para reavaliar seus planos, redefinir rotas em sua vida em você agora contará apenas com sua única presença.

Eu, Wanderson Duttch, não faço distinção dessas duas palavras. Considero sinônimas no sentido de não existir negatividade nelas.

Ambas podem me ajudar a pensar de maneira mais profunda sobre a minha própria vida!

A pergunta que podemos fazer aqui é a seguinte: Como que eu posso transformar esses momentos solitários em que estou vivendo em uma excelente oportunidade para eu elevar?

Um caminho bem interessante seria a mudança de hábitos. Nós seres humanos somos acostumados a repetir padrão, a nos conformamos como o mesmo, o igual. E nos momentos de solidão isso pode ser um perigo, pois nós podemos começar com uma rotina repetitiva que nos colocará no mesmo lugar durante um bom tempo.

Schopenhauer, filosofo do século 19 que influenciou Nietzsche, tem um pensamento bem interessante sobre solidão:

 “Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre […] Cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.”

E sobre isso que eu quero que você reflita. Encontre seu verdadeiro eu na solidão e revolucione sua vida!

Para complementar essa discussão, deixeo abaixo uma dica de um filme incrível que aborda esse tema com muito mais profundidade.

 

 

 

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